O ciclo


Silêncio + reclusão = SAUDADE
Saudade + Pensamentos = POSTAGEM
Postagem + Trabalho = SILÊNCIO.


Quando habitua-se com vários mundos diferentes
e é obrigado a viver exclusivamente para o mundo real
Sente-se um vazio...
Uma falta de pessoas que nunca vi, mas aprendi a amar.
Uma falta daqueles conselhos indiretos...
Uma falta que nem sabemos ao certo o que seja.

E em meio a esse turbilhão, só se tem certeza de uma coisa:
É PRECISO VOLTAR.

Ray

Músic : ( C.S. Lewis Song - Brooke Fraser )
http://www.youtube.com/watch?v=lWMBJ-sdft0

7 *:. Comэทtáяїos .:*:

Dil Santos disse...

Sempre temos que voltar de alguma forma, mesmo não querendo, mas precisamos.
Essa falta as vezes insiste em nos perseguir, mas uma busca por algo que as vezes não podemos alcançar, mas sabemos que está lá, sempre vem acompanhada.
E vc disse tudo em seu comentário no meu post, a pessoa que procuramos nos compreender, nos amar, escutar, está diante do nosso espelho. Mas como não se pode conviver apenas com o espelho, vamos a procura de alguém que possa desempenhar esse papel, rsrs.
Menina, hj estou tagarela demais, desculpa o jornal ,rsrs

Se cuida Ray, bjo

Lu disse...

Ebaaaaaaaaaaaaaaa
Feliz retorno pra nós!
Saudades de tu!

Beijos málinda!

Dois Rios disse...

Ray, minha linda!

Quantas saudades! Vc tem toda razão. Nos afeiçoamos a pessoas que nunca vimos e estabelecemos estreitos laços de amizade, ainda que virtualmente. De concreto nessa loucura toda, só a falta que ela nos faz quando a perdemos de vista.

Que bom que você está de volta. Me fez muita falta.

Beijos carinhosos e seja bem-vinda!

Inês

Luizy disse...

q tem feito d bom em?
escrever sei q continua e muito bem!
saudades viu!

Dois Rios disse...

Fugiu de novo Ray?

Assim não vale!

Beijos saudosos,
Inês

pimentinhabm disse...

saudadz de vc, ta tudo bem?
apareca para alegrar meu coraxao...
bjus

Cadinho RoCo disse...

Ficar refém da realidade e só dela é ruim demais.
Cadinho RoCo

ѕεறிoτιvo

Minha foto
Brazil
» Entre o preto e o branco: uma infinidade de cores. » Entre o sim e o não: a imensidão do talvez. » Entre a razão e a loucura: prazer, Ray e o oscilante ѕεறிoτιvo.

Arquivo ѕεறிoτιvo